Pois é, pessoal. Já não era sem tempo, né? Não criei um blog pra, pouco tempo depois, largar ele tão fácilmente assim. E isso ainda não vai acontecer, não. Só que, nem sempre é fácil pensar em alguma coisa mínimamente interessante pra contar.
Tava lembrando do meu chefe, o maior cara de pau da história moderna. Eu trabalho... não sei como é que se diz em português... eu sempre recebo a mesma quantidade de dinheiro, independente de quanto trabalho a gente tem. E o meu chefe, que pelo jeito pensa que eu sou tão idiota quanto ele, sempre tenta me atribuir tarefas que não me correspondem.
Por exemplo: eu sou entregador, e não cobrador. Meu trabalho é entregar mercadoria... mas cobrar pelas entregas, é problema de outros (o pessoal do escritório, o representante comercial... qualquer um, menos eu). Pois bem, agora o chefe quer que eu cobre pelas entregas que eu faço, ao menos as de menor valor. Diz que é porque desse jeito, os representantes comerciais economizam tempo. RÁ!!!!!
Falou, senhor Albert Einstein. Você realmente acha que eu não percebo que todo o tempo que os representantes economizam, sou eu que perco?
Vou reproduzir o diálogo que a gente teve:
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CHEFE: Ô Rubens. Acabei de ver essa conta aqui, de 9 euros. Você não lembra que eu disse pra você cobrar essas contas pequenas?
R: Sim, claro que lembro.
C: Então, você não cobra por quê?
R: Muito simples. Quando eu cobro dos clientes, eu gasto mais tempo do que quando não cobro. A diferença de tempo pode parecer pequena, mas é preciso multiplicar pela quantidade de entregas que eu tenho no dia inteiro. Isso é um tempo a acrescentar à hora que eu costumo chegar em casa... e insisto de novo... um tempo QUE VOCÊ NÃO PAGA. Já disse tudo!
C: PQP, Rubens, tu é fodido, hem?
R: Pois é... ser bom é uma coisa, mas ser otário é outra coisa muito diferente.
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É isso aí, amigos/as. Ele não paga horas extras, e ainda quer que eu faça tarefas que não são minhas? Vai brincar com a vovozinha, meu velho!!! Se eu tiver que escolher entre ser ruim e ser bobo... bom, nem preciso continuar falando, né?
Tava lembrando do meu chefe, o maior cara de pau da história moderna. Eu trabalho... não sei como é que se diz em português... eu sempre recebo a mesma quantidade de dinheiro, independente de quanto trabalho a gente tem. E o meu chefe, que pelo jeito pensa que eu sou tão idiota quanto ele, sempre tenta me atribuir tarefas que não me correspondem.
Por exemplo: eu sou entregador, e não cobrador. Meu trabalho é entregar mercadoria... mas cobrar pelas entregas, é problema de outros (o pessoal do escritório, o representante comercial... qualquer um, menos eu). Pois bem, agora o chefe quer que eu cobre pelas entregas que eu faço, ao menos as de menor valor. Diz que é porque desse jeito, os representantes comerciais economizam tempo. RÁ!!!!!
Falou, senhor Albert Einstein. Você realmente acha que eu não percebo que todo o tempo que os representantes economizam, sou eu que perco?
Vou reproduzir o diálogo que a gente teve:
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CHEFE: Ô Rubens. Acabei de ver essa conta aqui, de 9 euros. Você não lembra que eu disse pra você cobrar essas contas pequenas?
R: Sim, claro que lembro.
C: Então, você não cobra por quê?
R: Muito simples. Quando eu cobro dos clientes, eu gasto mais tempo do que quando não cobro. A diferença de tempo pode parecer pequena, mas é preciso multiplicar pela quantidade de entregas que eu tenho no dia inteiro. Isso é um tempo a acrescentar à hora que eu costumo chegar em casa... e insisto de novo... um tempo QUE VOCÊ NÃO PAGA. Já disse tudo!
C: PQP, Rubens, tu é fodido, hem?
R: Pois é... ser bom é uma coisa, mas ser otário é outra coisa muito diferente.
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É isso aí, amigos/as. Ele não paga horas extras, e ainda quer que eu faça tarefas que não são minhas? Vai brincar com a vovozinha, meu velho!!! Se eu tiver que escolher entre ser ruim e ser bobo... bom, nem preciso continuar falando, né?

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