segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Fazer o quê...


Bom dia:

Como vocês já viram, e como eu já disse pro Vic quando ele me ligou sexta feira, este feriadão eu não vou pra Ourense como eu queria. O tempo está ruim demais em todo o norte da península, e mesmo que isso me chateie, acho que é mais prudente que eu não vá.

Mas até isso tem uma parte boa: estou aproveitando esses dias pra descansar. Acreditam que desde sexta feira eu só tirei o pijama pra tomar banho? Cheguei tão cansado depois de uma semana inteira trabalhando, que só agora eu me senti com vontade de sentar na frente do computador.

Pra mim é uma grande contrariedade o fato de não poder ver meus amigos da Galiza, amigos que eu tanto gosto, mas sem dúvida vamos ter mais e melhores chances de nos encontrarmos. Mais cedo do que tarde.

Paz, amor e heavy metal!

sábado, 20 de novembro de 2010

Give me a break!


Estar apaixonado é assim, é? Ficar embobado o tempo todo, "nas nuvens", sem saber falar de nada a não ser da mulher/namorada/ficante, enchendo o saco dos outros... será que não dá pra "se mostrar" à parceira na intimidade, sem incomodar? Não pensam na possibilidade da gente não querer saber dos assuntos íntimos dos outros? Pô, eu não quero ser assim quando me apaixonar, não. Que chatice... me poupem, caramba!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Foi mal


Minha viagem de férias até Ourense está em perigo. Alguns dias atrás, quase que minha mãe morre. Ela foi ao supermercado e quando voltou pra casa, sentiu-se muito cansada e mal conseguia ficar em pé. Eu perguntei por que foi que ela não me avisou pra ajudá-la, e ela disse que não queria me acordar. Levei ela ao médico e confirmou-se: não está muito bem do coração. Não pode carregar grandes pesos se não quiser arriscar a saúde. E eu não quero correr o risco de alguma coisa acontecer à minha mãe durante a viagem (se bem que ela não faria esforços que nem o daquele dia, também ficaria cansada, e quem não cansa depois de viajar 650 quilômetros de carro?). Aí, eu quero ficar o tempo todo atento à evolução dela (por isso que tem vários dias que eu não apareço no Facebook... estava bem desanimado, e ainda estou). Amanhã ela vai passar a prova do esforço pra conhecer qual é exatamente o seu estado, mas eu já estou dizendo que vai ser difícil fazer viagem alguma no que resta das férias. Talvez mais tarde, algum feriadão... irei avisando.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Fobia social


Todo mundo (e eu não sou exceção nenhuma) leva "paus" dos outros (amigos, parentes, chefes e companheiros do trabalho...). Mas nem todo mundo tem a mesma capacidade de resistir essas pauladas. Há quem parece masoquista e levanta de novo, e outra vez, e mais uma vez... assim até o infinito. Eu não. Quando eu chego ao limite, digo "acabou", e todo aquele que me encheu o saco deixa de existir pra mim. Tanto faz se ele é Deus ou o último dos mendigos.

Diz-se que "o que não te mata, fortalece-te", e deve ser verdade, se bem que esse "efeito" não é o mesmo em todas as pessoas. Cansado de só levar decepções, desde algum tempo atrás eu estou percebendo que, se pensar friamente, ficar sozinho é o melhor jeito de não me zangar com ninguém. Não digo que no começo isso não fosse difícil, mas quando eu me acostumei a estar sozinho, comecei a me sentir melhor. Mais confortável.

Não é que eu sempre esteja só... também não fico trancado em casa pra não chegar perto de outras pessoas. Nada disso. Eu saio, passeio, entro em bares... como quase todo mundo. Mas nunca procuro ninguém, isso é o que eu quero dizer (a única pessoa cuja companhia eu sermpre quero ter, é minha mãe). Claro que existem exceções, mas eu falo básicamente do dia a dia.

Comecei a gostar cada vez mais da nova situação, e um dia pensei: "Posso até gostar disso, mas não parece normal". Toda a gente que eu conheço tem muitos amigos. Ao menos eu sempre os vejo acompanhados, como se a natureza humana fosse essa mesma... como se o objetivo principal fosse não ficar só. Comecei a procurar alguma coisa que explicasse aquilo, e levei uma surpresa quando vi que eu tinha uma espécie de doença psicológica.

Sim, pode ser que eu tenha dois ou três sintomas típicos de uma coisa chamada "fobia social" (se quiserem saber melhor o que é, eu li na wikipédia). O negócio é que eu tenho a sensação de estar desenvolvendo esses sintomas. Por exemplo: se eu sou obrigado a dividir o elevador, fico furioso. Ou se eu vejo a mesma pessoa várias vezes em pouco tempo (a não ser que eu tenha marcado com ela). Normalmente não gosto de estar com outras pessoas, entre outros motivos, pra não dar-lhes chance de me decepcionar. Repito: não importa a condição dessas pessoas.

Isso não acontece somente na vida real, como também no "mundo virtual". Tenho três blogs abandonados, duas contas no orkut, uma no facebook e outra no twitter. Em outros tempos, quando eu "sumia" do pedaço, botava mil e um pretextos pra explicar esses meus sumiços. Mas as minhas explicações eram sinceras, quer dizer, eu achava que aquilo era o que realmente acontecia comigo. E isso era porque eu ainda não conhecia o verdadeiro motivo. Tudo isso não resolve o abandono dos meus cantinhos da internet, mas agora eu estou mais tranqüilo porque conheço o verdadeiro motivo. Só me resta saber: será que eu quero lutar contra essa situação?

Enquanto isso, se tiverem tempo e vontade, eu ficaria muito feliz se vocês me dessem uma forcinha. Não é porque eu estou sumido que eu gosto menos de vocês, ou penso menos em vocês. Muito pelo contrário.

Até breve!